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“O que é o Manga” – Evento Anipop Kyuu-Ti

Setembro 17, 2011

Será o manga um estilo de banda de desenhada unicamente japonês? Ou pode ser feito por ocidentais? Podem existir mangakas ocidentais? Ou mangakas são apenas japoneses? Este é um debate que já existe há bastante tempo, e que provavelmente sempre irá existir, mas que no entanto três ilustres oradores procuraram encontrar algumas respostas para estas questões, no debate “O que é o Manga”, integrado no Evento Anipop Kyuu-Ti, neste sábado, dia 17.

Os intervenientes no debate, da esquerda para a direita: Hugo Teixeira (Autor de Banda Desenhada), Pedro Bouça (estudioso de BD, em representação do Grupo Entropia) e Ricardo Andrade (Editor Executivo da NCreatures).

Um debate bastante animado

Hugo Teixeira expressando a sua opinião.

Pedro Bouça dissertando sobre o Manga

Ricardo Andrade na sua intervenção.

Em conclusão, este foi um debate  que se traduziu numa conversa descontraída  sobre o Manga, no qual os intervenientes partilharam as suas opiniões de forma objectiva e clara.

Aproveitamos também para reforçar o nosso agradecimento à Organização do Evento, pelo amável convite e ao Pedro Bouça, que muito amavelmente acedeu em participar deste debate, em representação do Grupo Entropia e que no seu estilo bem-disposto e peculiar, transmitiu alguns dos amplos conhecimentos que possui relativo ao Manga e não só!

Para finalizar relembramos de que o Evento Anipop Kyuu-Ti irá ter inúmeras actividades programadas para amanhã, dia 18, pelo que valerá a pena uma visita a este certame bastante bem organizado e com uma grande oferta de conteúdos. Para maiores informações não deixe de visitar o endereço: http://evento.anipop.org/

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6 comentários

  1. Com muita pena minha, não pude estar presente, mas tinha que tratar da “instalação” do “Shield Office”, o escritório Entrópico ligado à Shield Master (futura empresa), a’Os Escudos da Lusitânia e ao Grupo Entropia.


  2. João, realmente foi pena que não pudesses estar presente, pois de certeza de que irias gostar bastante de todo o Evento, mas foi por uma boa causa e em breve já teremos a primeira de muitas reuniões entrópica no escritório Entrópico! 😉

    Grande Abraço!

    PM


  3. Paulo Marques
    A acrescentar às dúvidas que levantas, logo no início do “post”, aqui fica mais uma: se Pedro Bouça, estudioso de BD, e Ricardo Andrade, editor executivo de NCreatures, estiveram sempre a pronunciar “mangá”, e não “manga”, por que é que no teu texto não respeitas a forma de dizer de ambos os especialistas, já que estás a fazer a crónica do que se passou no debate?
    Abraço.
    GL


    • Viva Lino! 🙂

      Ora aí está uma boa pergunta, que teria sido interessante colocar a qualquer um dos oradores do debate! Eu infelizmente, um leigo na matéria, não sei responder com precisão a essa questão, pois segundo me parece existem duas ondas de pensamento acerca da palavra “Manga” ou “Mangá”, estando eu alheio de qual das duas versões é a correcta.

      Em relação à tua pergunta específica, do motivo porque coloquei “Manga” ao invés de “Mangá”, isso deveu-se unicamente a um respeitar da minha parte da nomenclatura utilizada pela Organização do Evento, a qual tanto nos mails que nos enviou, como na sua própria divulgação do debate “O que é o Manga”, colocou essa palavra sem acento, pelo que em coerência com a Organização do Evento, optei por colocar o título do debate e a própria palavra, literalmente como a indicada pela Anipop.

      Eu pessoalmente, entre as duas versões, não tenho qualquer preferência, mas tenho a sensação que essas duas versões contemporâneas da palavra “Manga”/”Mangá”, ainda irão criar alguma “polémica” entre os partidários de cada uma das possibilidades!

      Abraços! 😉

      PM


  4. Ou então, chamemos-lhe Banda Desenhada Japonesa (que foi como eu conheci primeiro). Não tendo ido ao debate, a questão que se colacava, parece-me, era de que: será que se pode considerar a mangá (ou o mangá…também ainda não me explicaram muito bem a questão do género) única e exclusivamente como a Banda Desenhada feita no Japão, ou também se pode estender essa definição à BD feita noutro lado qualquer, com influências do estilo nipónico? Se formos por esta segunda via, então muitos dos comics (ou BD americana) já resvalam para a mangá. E, porque sou um provocador nato, porque é que nós, portugueses, dizemos Banda Desenhada e deixámos cair a expressão Histórias aos Quadradinhos, o nosso termo original? Porque gostamos de importações? Porque o meu camarada Vasco Granja foi inovador ao ter traduzido um termo françês mais adequado ao que a BD é?
    Desafio (até para ser falado na reunião entrópica): Porque é que o Grupo Entropia não se lança também em realização de debates/conferências?


  5. Viva João! 🙂

    Bem, essa questão que colocas foi precisamente uma das questões que foram debatidas, tendo o Hugo Teixeira definido muito bem essa questão, através da ideia de se poder dar um duplo significado à palavra “Mangá” (ou Manga), pois é bem verdade que se por um lado a tradução literal dessa palavra, da língua japonesa para o português, significa simplesmente “banda desenhada”, também não é menos verdade de que a palavra “Manga” (ou Mangá), também poderá ser utilizada para definir um estilo próprio de se fazer BD, com características específicas, funcionando como uma sub-categoria dentro da BD (tal como existem outras sub-categorias que tal como o Manga(á) funcionam com regras próprias e específicas, como no caso dos “Comics”, que sendo unicamente BD, acabam por definir um certo estilo de se fazer BD).

    Em relação à tua “provocação”, penso que o termo “histórias aos quadradinhos” também é importado do Brasil, pelo que não poderemos falar dele como sendo a expressão primordial exclusivamente portuguesa de designar a Banda Desenhada. Também não me parece mal que tenhamos importado a expressão Banda Desenhada, pois esse é apenas um exemplo de muitas outras palavras que temos assimilados na nossa Língua ao longo dos tempos, o que é uma situação normal na evolução de qualquer língua.

    Relativamente à questão de o Grupo Entropia também estender a sua actividade para debates/conferências, relembro de que já temos feito isso em algumas ocasiões em que fomos convidados especificamente para o efeito, sendo também verdade de que este será um tema bastante interessante para conversarmos durante a reunião do próximo sábado, pois as boas ideias devem ser sempre debatidas!

    Um Grande Abraço!

    PM



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